
Existe um clube formado pelas maiores fortunas e por
personalidades poderosas do planeta, cujas reuniões anuais, bem longe dos olhos da multidão, pretendem influenciam os grandes acontecimentos do planeta.
Existem também disponíveis várias publicações e relatos que sugerem que este clube tanto promoveu a ascensão dos Beatles e da lucrativa indústria da música
pop em geral, como agiu com firmeza para definir o resultado das eleições norte-americanas que elegeram o Presidente George Bush.
A revisão da literatura existente permite ainda identificar fontes que referem que o comércio
internacional de drogas e de armas (que levou quase uma década para desvendar) ou a história real por trás da crise
Watergate que retirou do poder um presidente eleito legitimamente ou a verdade da tentativa de assassinato do papa João Paulo II ou até mesmo a repentina morte do seu antecessor, o Papa João Paulo I, são acontecimentos reescritos para a história pública por directa influência daquela associação restrita.
A organização Clube
Bilderberg, fomentada há 52 anos pelo Príncipe Bernard da Holanda, existe de facto. Isso é incontestável. Nela constam os presidentes dos EUA vivos, os dirigentes das
multinacionais Coca-Cola e Ford, do Banco Mundial, do FMI, da NATO, da
OMC, da ONU, diversos primeiros-ministros, representantes de várias casas reais europeias e dos mais influentes meios de comunicação; inclui nomes como Henry
Kissinger, Rockefeller e
Rotschild, além de outros nomes da alta finança e do poder secular, entre os quais se incluem políticos em ascensão (ou que poderão vir a ser peças-chave para a estratégia
bilderbergeriana).
Parece tratar-se de uma sociedade
semi-secreta,
aristocrática e global, que ambiciona orientar não só os governos mais poderosos do mundo mas também influenciar os rumos de todos os sectores da vida sobre a Terra. Os indivíduos do Grupo
Bilderberg são um grupo de pessoas poderosas que se reúnem uma vez por ano, sob a protecção de membros da
CIA, da
Mossad, do MI6 britânico e de empresas de segurança da mais alta competência.
A estratégia de
contra-informação que envolve a sua segurança dá azo às mais disparatadas hipóteses, incluindo as que confundem os
Bilderbergers com os
Illuminati ou a que postulam que os antecessores dos
Bilderbergers foram os autores do
Priorado de Sião e outras dislates do género literário. De facto, analisando as listas de participantes nas reuniões do clube, a composição desta sociedade é bem mais
simples, sendo constituída por uma rede de poderosos interesses comerciais, bancários e políticos.
A sua estrutura parece muito semelhante ao modelo oligárquico financeiro da Veneza medieval conhecido como “
fondi”, tal como o foram as Companhias Britânicas e Holandesas, antecessoras do Clube dos 300 e do Clube de
Bilderberger. Entre os autores que estudam este tema, é unânime a opinião de que o objectivo final desta estrutura é a
consubstanciação de uma sociedade pós-industrial de matriz
sinarquista.
(
Nota extra n.º 1:
O vocábulo “sinarquismo” é usado para definir um novo conceito de alianças políticas numa irmandade internacional constituída por financeiros e industriais através da união de socialistas e anarquistas baseados em princípios fascistas. De acordo com as informações altamente secretas de 18 páginas da secreta militar francesa recentemente desclassificada, um resumo de um dossier com cem páginas sobre os grupos sinarquistas franceses, datado de Julho de 1941, esclarece: “o objectivo do movimento sinarquista é essencialmente derrotar todo país onde existam regimes parlamentares considerados insuficientemente dedicados aos interesses desses grupos e, portanto, difíceis demais de controlar devido ao número de pessoas requeridas para tal fim”.).Portanto, a opinião comummente aceite entre vários autores, é que a intenção subjacente a todo e qualquer encontro regular do Clube
Bilderberger tem sido a de fomentar uma “
aristocracia de proposta sinarquista” entre a Europa e os EUA, com o intuito de alcançar um acordo mútuo em questões de política, de economia e estratégia para, em conjunto, influenciar directa e indirectamente as políticas dos governos.
A
ideologia subjacente aos
Bilderbergers não é nova e pode ser facilmente detectada ao longo da história da Humanidade. Tal como os romanos, outros povos tentaram, em vão, criar sua própria versão de um governo mundial; os persas ou os mongóis, à sua escala, também enveredaram por aquela via. Muitos outros o ambicionaram sem conseguir alcançar tal objectivo à escala global.
No entanto, se é verdade que os romanos instituíram o Império Romano, também é um facto que o seu grau de conhecimentos científicos não lhes permitiu a tecnologia e os meios para influenciar a população mundial à sua vontade. Com o advento da era digital e da globalização, estão hoje em dia bem mais reunidas as condições, os conhecimentos e os meios necessários à implementação de um governo mundial
de facto.Dizem ainda várias teorias que os
Bilderbergers, entre outras organizações supranacionais que com este grupo estão interligadas, tentam expandir a sua concepção de
Companhia Mundial em que todos, dos governos às pessoas estarão, sem se darem conta disso, sob influência daqueles. Deste raciocínio resulta a opinião de que, por detrás de algumas mortes “inexplicáveis”, assassinatos políticos, atentados chocantes, invasões militares, manutenção de guerras, pandemias, tratados políticos paradoxais, crises económicas e financeiras, campanhas de desinformação e contra-informação e outros factos estranhos ou bizarros, oculta-se algo muito maior e cada vez mais difícil de ignorar: a gradual implementação de um Governo Mundial Único.
A ONU, tal como o FMI, a
OMC, o NAFTA, o Tribunal
Internacional de Haia, a UE, OCDE – entre muitos outros – são assim considerados por alguns daqueles teóricos como sendo instrumentos de facto implementados mundialmente para que, sob sua influência, vários governos e nações não controlem totalmente os seus próprios destinos.
Também são comuns as opiniões de teóricos que vêem certas organizações
supranacionais (por exemplo a NATO e a ONU) como instrumentos essenciais à legitimação de operações militares adequadas aos planos político-económicos de guerra continuada, na qual se incluem inclusivamente a chantagem nuclear.
Em última análise, aquele projecto global do Clube
Bilderberg incluiria assim um só exército, um só sistema jurídico, além de sistemas económico e educacionais
estandardizados.
Um tal desígnio teria como via a aplicação dos mais recentes meios de comunicação massificada e também de sofisticados métodos psicológicos já anteriormente experimentados e estrategicamente aplicados, inclusive os que concernem à generalização do consumo/tráfico de drogas e ao aparecimento da cultura de massas e do consumismo, entre outros acontecimentos marcantes para o século XX.
(Nota-extra 2: Exemplo pioneiro da globalização foi a massificação da música popular ou pop music. Não alheio a este fenómeno esteve o Instituto Tavistock que conceptualizou o novo conceito pop, designando-o como uma “mudança de paradigma” da sociedade.
Recordemo-nos que no início dos anos 60 os Beatles, não eram mais do que uma banda de música de clubes nocturnos; o advento de uma rebelião juvenil, aparentemente espontânea contra o antigo sistema social em vigor até aos anos 60 foi amplamente estudado como uma “Experiência de Massas Sobre Condicionamento Cultural na Sociedade Contemporânea”. Esta experiência maciça foi levada a cabo por eméritos cientistas do Instituto Tavistock, uma instituição pioneira na investigação aprofundada acerca da modelação psicológica, moral, espiritual, cultural, político e económico do Ocidente.
Naquela experimentação de controlo da população foi permitido o uso de drogas psicodélicas/psicotrópicas e de métodos de manipulação modelada da vontade (o marketing publicitário é um dos exemplos mais populares) que se revelaram altamente eficazes na alteração do estado de consciência das mentes e dos hábitos de vida, inclusive os de consumo económico. Daqui também resultaram dados cruciais bem como novas informações sobre os mecanismos de condicionamento do comportamento humano através da rádio, da televisão e outros meios tecnológicos de comunicação, utilizados para a manipulação das populações, aos quais hoje em dia podemos acrescentar a Internet.).
Na complexidade do mundo
civilizado a realidade pode ser múltipla e ultrapassar a própria ficção.
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